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07/11/2011 . O usuário quer eventos, não spams

 

Um grupo de usuários contra “perfis fakes” no Facebook foi criado recentemente na maior rede social do mundo. Cansados de ver Spam no espaço destinado à divulgação de eventos, os “Entusiastas da Poliça Çossial” discutem e denunciam em um grupo aberto, empresas que usam perfis ao invés de Fans Pages e pessoas que se apropriam erroneamente do espaço destinado a eventos.

 

Mas esse não é o único grupo criado com esse objetivo. A própria rede dispõe da possibilidade dos usuários denunciarem eventos como spams, mas o número de pessoas que se apropriam erroneamente do serviço ainda é maior do que o número de “incomodados”, e ainda não há a opção de bloquear o recebimento de convites indesejados.

 

“Não dá para bloquear amigos simplesmente pelos eventos que eles criam”, diz a usuária Lívia Oliveira, 28 anos. Segundo ela, deveria haver a possibilidade de filtrar conteúdo postado por outras pessoas na rede. Gosto de eventos e a internet é o melhor meio de buscá-los, mas a quantidade exagerada de informação multiplica as opções e dificultam ainda mais o nosso poder de escolha”, finaliza.

 

O mal uso das redes sociais de massa faz com que os usuários busquem redes sociais de nicho. Recentemente lançada no Brasil, a rede social de eventos Chogoo (www.chogoo.com) existe com o objetivo de facilitar a interação e divulgação em torno de eventos e momentos marcantes da vida dos usuários. Na rede é possível criar eventos públicos e privados, álbum de fotos com registro dos melhores momentos e criar promoções específicas, para quem confirma presença em determinado evento. O diferencial é que os usuários podem escolher receber eventos por região e estilo favorito, o que elimina o recebimento de mensagens indesejadas.

 

“As vantagens das redes sociais de nicho estão em oferecer conteúdo específico a segmentos de público especialistas ou que tenham total interesse naquele tema. O que essa rede consegue é um público altamente qualificado e interessado em determinado assunto”, afirma  Carolina Frazon Terra, doutora e mestre em Interfaces Sociais da Comunicação.